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The Pirate Bay
Logotipo do The Pirate Bay
Logotipo do The Pirate Bay
Slogan '
Nomes anteriores
Requer pagamento Não
Cadastro Público / Não necessita cadastro
Gênero Índice de arquivos torrent
País de origem Suécia Flag of Sweden.svg
Idiomas Inglês
Português
Diversos
Lançamento
Extinção {{{data_extinção}}}
Pageviews {{{pageviews}}}
Posição no Alexa {{{alexa}}}
Desenvolvedor Gottfrid Svartholm, Fredrik Neij e Peter Sunde
Proprietário PRQ.se
URL thepiratebay.org

The Pirate Bay (TPB) é o auto intitulado "O maior tracker BitTorrent do mundo", sendo também o índice para os arquivos .torrent que rastreia. Um arquivo .torrent, em conjunto com um cliente BitTorrent, proporciona ao cliente as informações necessárias para se copiar um arquivo ou conjunto de arquivos de outras pessoas que estão copiando ou compartilhando o mesmo arquivo. Devido a capacidade do protocolo BitTorrent de gerenciar grandes arquivos, é uma escolha popular para compartilhar grandes arquivos de multimédia (muitas vezes ilegalmente na maioria dos países de onde se conectam os seus usuários), assim como CDs de distribuições Linux.

The Pirate Bay foi criado pela organização anticopyright sueca Piratbyrån no começo de 2004, mas desde Outubro de 2004 se tornou uma organização independente.

Índice

[esconder]

TPB e as leis suecas

Devido às leis suecas, o serviço disponível no site (indexação de arquivos) não é ilegal, e por isso o The Pirate Bay enfrentou poucos problemas com a justiça durante sua história, tendo inclusive a fama de responder ironicamente aos departamentos jurídicos das empresas que os ameaçam.[1]

No dia 31 de maio de 2006, no entanto, o site sofreu o seu maior golpe. A empresa onde ficam hospedados os servidores do site (o host) foi invadido por policiais e teve os computadores ligados ao TPB apreendidos.

Protesto em Estocolmo contra a ação da polícia em 3 de junho de 2006.

Outros sites pessoais e de empresas tiveram seus dados e conteúdos apreendidos também, sem qualquer acusação formal. O fato é questionado pelo Partido Pirata da Suécia que também não aceitou a retirada do site Piratbyrån, que por sua vez não fazia distribuição de conteúdos com copyright, dedicando-se apenas a discussões sobre o assunto. Dois dias depois, o site voltou ao ar com um back-up hospedado em território holandês, mas ficou claro que a organização não pretende ter seu site em apenas um local, uma vez que isso seria uma péssima estratégia, como afirmaram os seus colaboradores. No dia seguinte, o site da polícia sueca ficou fora do ar devido ao grande número de acessos em pouco tempo [2].

No dia 3 de Junho, o site do governo sueco ficou fora do ar às 23h40min e durante um longo período ninguém conseguiu acedê-lo.[3]. Ambos os ataques são reconhecidos como DDoS e não têm origem confirmada, mas a ligação com o site pirata e usuários do mesmo é muito provável.

Protestos contra a ação da polícia ocorreram no dia 3 de Junho em Gotemburgo e Estocolmo, organizados pelo Piratbyrån e o "Partido Pirata" em cooperação com outros partidos. Não houve nenhum incidente violento, todas as precauções e consultas legais foram tomadas para a manifestação. Aproximadamente 600 pessoas compareceram no protesto em Estocolmo, e cerca de 300 em Gotemburgo.

Condenação

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A informação apresentada pode mudar rapidamente. sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Processos contra o Pirate Bay

Em 17 de abril de 2009, os fundadores do site sueco, Frederik Neij, Gottfrid Svartholm Warg, Carl Lundstrom e Peter Sunde, foram considerados culpados da acusação de violar leis de direitos autorais, e condenados pela justiça sueca a um ano de prisão e a pagar o equivalente a R$8 milhões (US$ 3,55 milhões) a algumas das maiores empresas de entretenimento do mundo, como a Sony e a Warner.[4] Esta não é a ultima instância e seus advogados afirmaram que irão recorrer. Em 22 de outubro de 2009, os responsáveis pelo site foram obrigados a remover torrents protegidos por direitos autorais no prazo de três meses e bloquear buscador para holandeses. [5].

Venda

No dia 30 de Junho de 2009 o site foi vendido à Gaming Factory X, o negócio envolve uma quantia de cerca de 7,7 milhões de dólares e aponta para um novo modelo de negócio, que respeite as leis internacionais.

Referências

Ver também

Commons
O Wikimedia Commons possui multimedia sobre The Pirate Bay

Ligações externas (em inglês)